Um dia assim, sem jeito, me encontro dentro do teu peito...
Fato, desejo, relato, acaso... quem me deu esse direito?
Não posso ser, portanto, dona de seu pensamento
E me perco, inerte, suspensa em sofrimento...
Quem me fará de ti amor eterno? Quem?
Ah! Triste dor de amar! Há quem suporte? Ninguém!
Não sou poeta, mas me consagro, nas linhas deste refrão
Cedendo à pena minha alma... descrevendo meu coração
Se é amor de verdade por ti morro ou mato...
Se é amor de verdade?! Ah isto é fato!

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